Oi, amor. Que saudades! Sinto muito sua falta, dos encontros noturnos nos bares, praças e shows. Espero vê-la novamente para revivermos nossa história tão linda. Beijos! (Enviar)
Lúcia, tudo bem? Como você está? Na última vez que nos falamos você iria fazer uma viagem, estava se sentindo muito solitária. A vida tem percalços que precisamos encará-los de frente. Estarei aqui se precisar conversar e tentar junto com você arrumar soluções. Fique bem. (Enviar)
Marília, fiquei muito preocupado quando te vi no ponto de ônibus, em frente ao seu trabalho. Aquele olhar distante, solitário num banco vazio e gelado, naquele final de tarde cinzenta, te confesso que me deixou triste. Espero que sua tristeza seja passageira. Um forte abraço! (Enviar)
Juliana, não fique triste porque a reunião demorou mais do que ele imaginava. Foi só um jantar que esfriou. Sei que a comemoração de oito anos de casados era importante. É só guardar o vinho e deixar pro outro dia. Tudo ficará bem! (Enviar)
Joana, sei que achou mensagens comprometedoras. Foi apenas uma vez, mas que devem ser bem apuradas. Não jogue fora um relacionamento tão bonito. Hoje existem aplicativos, sistemas operacionais e IAs que plantam mensagens e fotos aonde querem, mas fique tranquila, o tempo lhe mostrará a verdade, só ele. (Enviar)
Cláudia, se você ler essa carta, embarcarei para Guarulhos no voo das 19h30. Só você pode impedir minha partida. Cansei de amar sozinho. (Enviar)
O sorriso dela me deixava feliz, o humor, apesar de ácido, era muito inteligente, me faz muita falta. Sua companhia era o máximo. O café era levado na cama, até a carne do seu prato era cortada com carinho. E os encontros musicais? Sempre foi um show à parte. Depois de algumas doses, a euforia subia para 200%: dançava, sambava e rodopiava na maior sensibilidade. Hoje só tenho um quadro como lembrança, que com o tempo está perdendo a imagem. (Enviar)





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